Olá! Me chamo Hugo Ardilha.
Sou psicólogo e psicanalista. Sou formado em Psicologia pela Universidade Celso Lisboa e sigo em formação permanente em Psicanálise na Escola Letra Freudiana, além de cursar pós-graduação em Psicanálise e Saúde Mental.
Minha aproximação com a psicanálise aconteceu ainda durante a graduação e continua orientando minha prática clínica. Durante meu estágio no Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade Celso Lisboa, realizei atendimentos clínicos supervisionados e participei de discussões de casos com orientação psicanalítica, experiência que contribuiu para a construção da minha escuta e do meu trabalho clínico.
Meu trabalho de conclusão de curso abordou as mudanças sócio-históricas no entendimento da transgeneridade a partir da ótica psicanalítica. A partir dessa pesquisa, passei a aprofundar meus estudos sobre sexualidade, identidade, diversidade de gênero e saúde mental, temas que seguem presentes na minha formação e na minha prática clínica.
Ao longo da minha atuação, tenho acompanhado frequentemente pessoas trans e integrantes da população LGBTQIAPN+, experiência que ampliou minha escuta para questões relacionadas à identidade, aos vínculos, aos efeitos do preconceito e aos desafios singulares presentes em diferentes trajetórias de vida.
Atualmente, atendo adolescentes e adultos. Recebo pessoas que buscam um espaço para falar sobre angústias, dificuldades nos relacionamentos, questões ligadas à sexualidade, sofrimento emocional, momentos de crise e outros impasses que atravessam a experiência humana.
A psicanálise parte do princípio de que cada sujeito possui uma história singular. Por isso, o trabalho clínico não busca oferecer respostas prontas ou modelos universais de funcionamento. A proposta é construir um espaço de fala e escuta no qual seja possível elaborar conflitos, compreender repetições, produzir novas perguntas e encontrar outras formas de se relacionar com aquilo que causa sofrimento.
Participar do atendimento social é uma forma de contribuir para que mais pessoas tenham acesso a esse espaço de escuta. Acredito que a clínica deve estar aberta à diversidade das experiências humanas e acessível a quem deseja iniciar um processo terapêutico.