Meu nome é Rodrigo Tonsig. Sou graduado em psicologia pela Universidade Positivo com pós-graduação em Sexualidade Humana e estou em formação continuada na psicanálise através de grupos de estudos, principalmente pela Biblioteca Freudiana de Curitiba.
Em minha formação, destaco minhas experiências como estagiário no Hospital do Trabalhador, onde tive a oportunidade de acompanhar e ouvir narrativas envolvendo as temáticas de uso de substâncias, violência contra a mulher e luto. Na minha pós-graduação em sexualidade humana, realço o contato com temas envolvendo a saúde mental da população LGBTQIA +, tema que considero bastante atual e presente na minha prática clínica.
Atualmente integro um projeto voluntário na área ambulatorial do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, atendendo pacientes com doenças autoimunes e que apresentam fenômenos psicossomáticos. Também são realizados estudos de caso de fenômenos psicossomáticos e supervisões em grupo.
Em busca da discussão entre pares e maior sustentação teórica para minha clínica, componho também o grupo de estudos da Biblioteca Freudiana de Curitiba cuja temática é a de manejo da clínica psicanalítica.
Meu interesse pela clínica vem desde cedo, sempre tive interesse pela filosofia e pelo funcionamento da mente humana. Ao longo de meus estudos e da minha própria análise pessoal, concebi a importância do acolhimento e de uma escuta atenta que leva em conta as particularidades de cada sujeito, características que compõem minha prática até hoje.
Acredito que o papel da análise é de ampliar para novos significados, ressignificações e diferentes possibilidades de elaboração, abrindo espaço para o sujeito emergir e reconhecer suas questões e seus desejos. Dessa forma, busco compor uma clínica que não parte de pressupostos e não categoriza as histórias, pois acredito na importância da aceitação da diversidade das existências com todas as suas diferenças e particularidades.
Isso tudo ocorre em um ambiente de escuta, acolhimento e de reflexões que busca possibilitar o encontro do paciente consigo mesmo.
Sendo assim, não considero que uma terapia deva levar o sujeito a se tornar alguém que a sociedade julgue como ‘’normal’’, mas sim que por meio do encontro com sua própria subjetividade o sujeito possa também ouvir a si mesmo e encontrar seus próprios caminhos e sentidos.