Ao invés de falar aqui, em ordem cronológica, sobre o meu percurso, que começou em 1996 com a graduação em psicologia; depois, a experiência de ter vivido em Londres por 3 anos; e, então, o mestrado em psicologia clínica e a faculdade de letras –, penso que esse percurso hoje em dia continua a se realizar no estudo e na minha própria análise, como paciente, no lugar daquele que se põe a falar.
Falo aqui desse percurso de forma lógica e não cronológica, tal como faço ao escutar a interrogação que as pessoas que me procuram no consultório fazem a si mesmas sobre determinado mecanismo de funcionamento em seus modos de viver que as faz sofrer.