Sou Gabriela, psicanalista em formação permanente vinculada ao Fórum do Campo Lacaniano em São Paulo, onde aprofundo meus estudos em grupos e redes de pesquisa.
Meu encontro com a psicanálise aconteceu em 2013, durante o mestrado em Antropologia Social, em um momento marcado por angústias intensas relacionadas às exigências acadêmicas, à distância da minha família e ao início de um casamento — experiências que me transformaram profundamente.
A análise me permitiu atravessar essas questões e seguir mais próxima dos meus desejos e da pessoa que eu queria me tornar. É essa experiência que inspira minha clínica: oferecer não apenas uma escuta qualificada, mas também um cuidado individual, que valoriza o que é singular em cada sujeito, em cada encontro entre analista e paciente.
Entendo que o sofrimento psíquico não se reduz a diagnósticos padronizados. Cada pessoa carrega sua história, cada dor tem sua forma, e cada processo analítico se constrói de maneira única.
Sigo cultivando minha formação por meio do estudo, da análise pessoal e da supervisão, comprometida com aquilo que considero a ética da psicanálise: um trabalho pautado pelo respeito à singularidade e pela aposta na potência transformadora da palavra.