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  • Modalidades de Atendimento: Consultório, Online
  • Faixa Etária de Atendimento: Criança (2 a 12 anos), Adolescente (13 a 18 anos), Adulto (19 a 59 anos), Idoso (+60 anos)

Sou psicóloga de formação e psicanalista em constante construção. Sou escutadora do sofrimento psíquico há pouco mais de dez anos. Escuto a dor nos mais diferentes contextos. Já trabalhei em uma instituição de ensino superior escutando alunos e funcionários, depois dei aulas neste mesmo local. Trabalhei em um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) por alguns meses e me angustiava perceber o sofrimento e não poder intervir como ansiava. Sabia que era na clínica que morava meu desejo. Há seis anos atuo em um Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e Outras Drogas (CAPS- AD) onde apesar do álcool e do tóxico serem comum, o sofrimento é singular. Jamais irei esquecer quando um jovem me disse “O difícil não é deixar as drogas, é aguentar a dor de viver” e a vida não dói igual para todos. Como cantou o poeta “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”.

Em meio a esta trajetória, estava presente o estudo sobre a infância. Mais que entender como se constitui um psiquismo, me interessa intervir quando o sofrimento ainda não está arraigado. Ao dar ouvidos para o que as crianças dizem com seu brincar, podemos construir um trabalho com ela e a família. O rumo de uma vida pode ser modificado.

E por essa aposta, no saber de cada sujeito e de que a escuta da palavra é potente e transformadora, que me disponho a trabalhar com psicanálise. Por acreditar que em uma análise a dor pode ser transformada em amor. Isto seria uma rima, não seria uma solução como disse Carlos Drummund de Andrade. Talvez este seja um dos efeitos de uma análise, isto é, que as palavras e que nos marcam podem ser brincáveis como num poema e não um destino.

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