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  • Modalidades de Atendimento:
    Consultório, Online
  • Faixa Etária de Atendimento:
    Adolescente (13 a 18 anos), Adulto (19 a 59 anos), Idoso (+60 anos)

Olá, desejo que meu percurso profissional, possa te ajudar na escolha de quem quer que te acompanhe psicologicamente. Para mim, contexto é tudo! Sabia que a Neutralidade de um profissional “psi” não é o fato de não ter acesso às informações ou receber a quietude ou silêncio dele? Neutralidade é não atrapalhar o percurso mental que o paciente precisa fazer, para se encontrar com suas escolhas e compreendê-las. A isto chamamos de “atribuições ou qualificações do terapeuta”. Neste sentido, saber informações do profissional que te trata, não deve te atrapalhar. Ao contrário, deve te ajudar a ter um vínculo maior, por identificação. O que se transmite de informações é aquilo que já pode ser dito de forma simbolizada, daquilo que um dia foi puro real (acontecimentos que não temos como mudar) ou imaginário (crenças, impressões, percepções) que causaram algum sofrimento e hoje são parte da história. E história, é algo para ser lembrado e ficar no lugar que ela tem: num passado que sustenta o contexto atual. Contudo, a Psicanálise não quer a volta ao passado. Pode ser uma novidade para você! Mas, o que ela faz é justamente interrogar, porque aquilo que aconteceu no passado ainda é presente na sua vida! Porque, ao falar do passado no presente, é o que se tem a trabalhar com nossas repetições daquilo que nos faz sofrer e não tem lugar ainda. Quando o passado, “acha seu lugar”, ele se aquieta e nos apaziguamos com nossa história, para seguirmos avante com melhores escolhas e tecendo a nossa vida futura. Vale aqui a afirmação: “não podemos mudar o passado, mas o que faremos com o nosso futuro”. Por que estou no Psisocial? Ao longo destes 27 anos, que se completam, aprendi a preciosidade de trabalhar na singularidade de cada um, e de ter a gratidão que alcançamos com os frutos de um trabalho mental, que se quer transmitir trabalhando. Por isto estou aqui, no Psisocial, porque sempre tive horários, através de atendimentos sociais e de convênios, para dar lugar a realidade sócio-financeira de cada um. Meu voto é que a realidade financeira não seja impedimento ao acesso à saúde mental. Minha experiência permite que eu circule pelos trabalhos de adoecimento do corpo (doenças físicas e seus sofrimentos físicos e mentais), a dependência química, em regime de internação psiquiátrica e ambulatorial, durante meus 6 primeiros anos de carreira. Na graduação, o trabalho com gestante e saúde da Mulher, tanto internadas, como em regime ambulatorial, além de 20 anos com pacientes cardiológicos, e as grandes comorbidades associadas, como estresse, obesidade, diabetes, ansiedade, depressão e mesmo a necessidade de cirurgia bariátrica. A Orientação Vocacional que realizo é um processo mais pontual, que ajuda a desenvolver causas pessoais da identidade profissional. O clinicar meu mostrou adolescentes, nas suas fases de “adolescer”, e o pedido de Orientação Vocacional. Em adultos, conflitos amorosos e familiares, além de questões do universo de trabalho. Os idosos, vem reflexivos sobre sua generatividade, cuidando um pouco de si, nas doenças e limitações do corpo e do que deixarão para as novas gerações. Como eu me tornei uma profissional da área de saúde mental? Meu contato com conflitos inconscientes começou antes de eu entrar na graduação de Psicologia. Precisei de Orientação Vocacional para entender a minha escolha profissional. De aprovada já no 2º ano do Ensino Médio, em Medicina, aos 17 anos, eu tinha certeza que seria Psiquiatra! Mas, a reprovação, inesperada, no final do Ensino Médio, modificou minhas escolhas. Nesta época 1989/1990, eu já tinha feito psicoterapia e voltei. Assim, de 8 quarteirões da minha casa, que tinha a renomada faculdade de Medicina, fui para quilômetros, horas de viagem e morar em repúblicas, fazendo o curso de Psicologia! Na época, entendi que quem está habilitado a tratar da subjetividade é o Psicólogo. Minhas escolhas continuaram, ao longo da carreira. Sou formada em Psicologia, pela Universidade Estadual de Londrina -UEL (1991-1995) e vim a Curitiba (1996- atual), onde me estabeleci e vim dar continuidade aos estudos e experiências de trabalho em Psicologia Hospitalar e da Saúde, além da análise Lacaniana, dando continuidade à psicanálise corporal de Londrina. Neste percurso profissional, participei de Cartéis na Escola da Coisa Freudiana, depois denominada Seção Paraná, e voltou a ser, Escola. Na Biblioteca Freudiana de Curitiba, bem como no Grupo Psicanalítico de Curitiba, no qual o contato com a IPA (International Psychoanalytic Association), retomou conceitos aprendidos na graduação, que era a linha de formação dos meus professores, na época, antes de Lacan. Na vida acadêmica, sou concursada pela prova de Títulos pelo Conselho Federal de Psicologia em Psicologia Clínica e Psicologia Hospitalar, além da pós-graduação Lato Sensu em Psicologia Hospitalar e da saúde. O mestrado em Ciências da Saúde (Estresse e Burnout) e o atual Doutorado (Depressão), são nas Ciências da saúde, onde faço esta interface corpo-mente.

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