Foi ainda na graduação, ao tropeçar nas palavras de Freud, que iniciei meu percurso na psicanálise.
Ali percebi que certas perguntas não se deixam calar, ao contrário, pedem passagem, ganham corpo, tom e urgência. Quando encontram um lugar de escuta, podem tornar-se um convite inesperado à vida.
O mestrado em História da Arte afinou meu olhar para os detalhes, os fragmentos e aquilo que escapa às leituras apressadas. A arte, assim como a psicanálise, nos ensina que é no quase imperceptível que algo começa a se desenhar.
Hoje, no trabalho clínico com adolescentes e adultos, ofereço uma escuta atenta ao que retorna, insiste e não se acomoda em respostas prontas ou diagnósticos fechados. A psicanálise me interessa justamente como esse espaço em que a singularidade de cada história pode encontrar palavras.
Minha formação em psicanálise segue em curso: participo de escolas, seminários, grupos de estudo e cartéis, sustentando o trabalho contínuo de leitura e elaboração que a prática clínica exige. Sou graduada e mestre pela Universidade Federal de São Paulo. A psicanálise, como sabemos, não se conclui, ela se faz no tempo, no estudo e na experiência de cada encontro.
Se você chegou até aqui, talvez já suspeite: aquilo que incomoda tem algo importante a dizer.
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