Oi, tudo bem? Me chamo Marlon, sou psicólogo clínico formado pela Universidade Federal do Paraná e psicanalista em formação permanente da Escola da Coisa Freudiana de Curitiba.
Você já sentiu um sofrimento que persiste? Uma dúvida que te angustia? Ou ainda, uma incerteza que te paralisa? As portas do meu consultório, presencial e on-line, estão abertas para que você possa falar sobre tudo isso e ser escutado. Para mim, o trabalho com a psicanálise, para além de ser um trabalho de análise dessas interrogações, também é um espaço de acolhimento.
Talvez você tenha se deparado com esse sofrimento insistente, que parece não ir embora e que te acompanha em vários momentos. Ele pode se apresentar de diferentes maneiras, às vezes com sintomas depressivos. A dor de perder alguém querido, a frustração no trabalho que dá errado, a decepção amorosa quando um relacionamento acaba ou não dá certo, o ressentimento com a família na qual você não se sente parte, e tantas outras formas de sofrer. Mas o que fazer com o sofrimento? Como lidar com a depressão?
É comum também uma sensação de angústia e ansiedade. Ela se relaciona com questionamentos que podem, às vezes, ocupar os teus pensamentos (sem te dar folga!). Será que sou assim? O que posso ter feito de errado? Como vou agir em certa ocasião? Por que tal pessoa falou tal coisa? O que tenho que fazer para ser daquela maneira? Quem eu sou com o outro e comigo mesmo? Surge, assim, um cansaço constante, de tanto pensar nessas perguntas e de tanto sentir essa angústia. Pode começar a ficar difícil de trabalhar, de se relacionar e de fazer o que você quer quando essas perguntas te deixam ansioso cotidianamente.
Além disso, acontece de as incertezas diante dessas questões serem paralisantes: uma indecisão que parece não ter fim e que não te leva a lugar nenhum. Na dúvida, você acaba permanecendo no mesmo lugar, mesmo com insatisfação e infelicidade. Entre fazer X ou Y, ser da maneira Z ou W, qual a sua maneira de ser? O que você quer fazer? Como vai agir? Não é só o cansaço, é o arrependimento que vem depois, independente da escolha ou da atitude.
A oferta da psicanálise diante do sofrimento, da dúvida e da incerteza é poder falar. E, a partir da fala, poder pensar a si mesmo, pensar a sua dor. Não por uma identificação com o que é certo, ou normal. Mas sim a partir do que você irá encontrar para si e como irá se haver com isso. Poder se escutar e se encontrar permite esboçar um caminho em direção à atividade do pensar e do desejar. Por isso, em uma análise, o desejo é a saída, a abertura para o futuro, para um projeto. É um convite, investigar o sofrimento para encontrar o desejo. E isso é libertador!
Acredito que escutar atentamente seja a maior gentileza. Ao longo da minha trajetória, pude desenvolver minha escuta atendendo pessoas que estavam adoecidas em função do trabalho no Hospital do Trabalhador de Curitiba. Também realizei uma experiência de pesquisa em Montreal (Canadá), onde acompanhei trabalhadores em situações de precariedade e deslocamento. A partir dessas experiências, passei a trabalhar com questões como ansiedade, estresse, depressão, burnout, crises de pânico, conflitos nos relacionamentos e momentos de mudança ou impasse na vida.
Como psicanalista, oriento meus estudos e minha prática pelo tema da repetição. Talvez você já tenha se percebido repetindo certas situações… relações que parecem sempre dar no mesmo lugar, caminhos que travam, decisões que não avançam, impasses na sexualidade. Um sofrimento que insiste em voltar, ou a sensação de um destino inescapável. Na psicanálise, a gente não busca respostas prontas, mas um espaço onde você possa falar e, aos poucos, construir um outro modo de se relacionar com aquilo que se repete e que te faz sofrer.
Se quiser falar, entre em contato!
Até lá, Marlon.



